logotipo

Conheça aqui os projetos criados, elaborados e desenvolvidos pelos componentes do Grupo Oficinas de História com apoio de agências de fomento à pesquisa.

Maria Lima relata a experiência do PIBID na licenciatura em História da UFMS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) é um programa da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior - CAPES. Na UFMS temos um Programa Institucional, com um projeto que acopla subprojetos das diferentes áreas. O curso de licenciatura em História de Três Lagoas da UFMS é o único curso que faz parte do Programa com o subprojeto/História. A ênfase é na formação de um professor crítico, reflexivo, conhecedor da realidade escolar e preparado para o enfrentamento dos problemas cotidianos.

Um dos principais objetivos é, a partir de sua vivência no espaço escolar, bem como do estudo das questões específicas que envolvem o ensino de História, dar sentido à teoria que o aluno aprende na universidade, potencializando sua qualificação para a prática em sala de aula. Um dos efeitos do PIBID requeridos pela CAPES é a inspiração de mudança de concepção nos estágios obrigatórios, tornando-os efetivos espaços de preparação para o trabalho na escola. Na História, esse processo encontra-se em andamento a partir de diferentes ações. Um dos exemplos é que o PIBID encontra-se articulado ao projeto de extensão intitulado ‘Ensinando uma outra h(H)istória’, o qual tem como foco a formação dos professores em serviço. A este projeto encontram-se vinculados também acadêmicos que cursam a disciplina de Estágio Obrigatório em um novo formato, mais orgânico e que obedece alguns dos princípios aplicados ao PIBID.

Atualmente, o Programa conta com 10 (dez) estagiários e 1 (um) professor supervisor (docente da escola Dom Aquino Corrêa). Todo o grupo está sob a coordenação da profa. Dra. Maria Aparecida Lima dos Santos, docente do curso de História da UFMS/Três Lagoas.

O fato de o programa estar vinculado a CAPES é um passo importante rumo à melhoria da qualidade dos cursos de formação de professores no país. Segundo o site da CAPES, “a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) desempenha papel fundamental na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados da Federação. Em 2007, passou também a atuar na formação de professores da educação básica ampliando o alcance de suas ações na formação de pessoal qualificado no Brasil e no exterior”.

Maiores informações podem ser obtidas no site http://www.pibid.ufms.br/

Maria Aparecida Lima dos Santos é pesquisadora do Grupo Oficinas de História.

Comentários

Caixa de História: a educação patrimonial e o ensino de história local

 

Caixa de História
Concepção: Luís Reznik
2009-20– – Apoio: Faperj / CNPQ / Petrobras

A Caixa de História é uma iniciativa concebida por Luís Reznik e concretizada por um grupo de professores formado por ele e ainda, Márcia Gonçalves, Marcelo Magalhaes, Helenice Rocha e Rui Aniceto Fernandes – todos membros do Grupo de Pesquisa Oficinas de História. Essa criação coletiva vem se concretizando a partir de diferentes apoios, como a Faperj, o CNPQ e a Petrobras. Essa proposta fez parte do Guia de Tecnologias Educacionais do MEC em 2009 e segue em plena atividade e realização.

Antes de um projeto, a Caixa de História é uma ideia sobre a educação patrimonial e o ensino de história local. Atividades – todas preparadas para alunos de diferentes séries do Ensino Fundamental – inspiradas em documentos que evocam a história local incentivam a formação de identidades e a valorização do patrimônio material e imaterial pelos alunos moradores dessas regiões. O formato de “caixa” sugere a possibilidade de extrair daquele recipiente inúmeras histórias, em uma criação constante e infindável. Nela estão presentes materiais diversos como pranchas fotográficas, compact disk, papéis, folhetos, livretos, fac-símile de jornais, além de fichas de apresentação do material e de proposição do que deve ser feito para a análise do mesmo em sala de aula.

A partir dos fomentos acima citados, já foram produzidos e lançados as caixas de São Gonçalo e Magé – está em produção a de Itaboraí, assim como também estão em andamento outros trabalhos, desenvolvendo novas frentes a partir da concepção inicial da Caixa de História. Além destes, está em plena realização o projeto Caixa de História Conhecer e Criar, que visa ao acompanhamento do uso da caixa e sua divulgação.


Entenda as premissas da Caixa de História:

“A proposta de ensino-aprendizagem com a mediação de diversos documentos selecionados para a Caixa de História decorre principalmente de três premissas, oriundas do campo da História, da Didática da História e das finalidades do Ensino Fundamental e Médio em nosso país:

1) O ensino-aprendizagem de História é a apropriação de uma linguagem específica. Os conteúdos do ensino são inseparáveis das modalidades de sua transmissão. Para essa apropriação, é necessário aprender as operações intelectuais que permitem a construção desse discurso. Assim, com similitude ao ofício do historiador profissional, o aluno deve aprender as operações que conduzem à “escrita da história”.`Para isso, o uso do documento nas atividades permite a descoberta, a análise e a classificação. O documento e sua confrontação com outros, permite a comparação e a ordenação cronológica e temática de eventos e monumentos;

2) Em segundo lugar, a opção pela organização dos documentos em atividades didáticas se atém à concepção de atividade como um conjunto de ações coerentes que se organizam para que o aluno desenvolva suas próprias capacidades. Os conteúdos conceituais ou factuais se articulam a conteúdos procedimentais, ocorram em projetos ou oficinas. Ali, os alunos devem ler, escrever, pesquisar, relacionar, em atividades que requerem o desenvolvimento de tais habilidades. Para isso, os documentos selecionados são trabalhados no sentido de sua adequação, para serem instrumentos de aprendizagem claros, úteis e funcionais.

3) Por último, as atividades requerem especialmente a interpretação através da leitura e da escrita. Tais habilidades, propostas nas matrizes de referência de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental e Médio, exigidas nas mais diferentes disciplinas, além de sua valorização para melhoria do IDEB, são pouco trabalhadas para além da Língua Portuguesa. Nas atividades da Caixa de História, as habilidades e competências relacionadas nas matrizes de referência de Língua Portuguesa, quais sejam: Procedimentos de leitura; Implicações do suporte, do gênero e /ou do enunciador na compreensão do texto; Relação entre textos; Relações entre recursos expressivos e efeitos de sentido são contemplados em diferentes atividades. Do mesmo modo, algumas atividades privilegiam a análise numérica presente em informações, o que abrange o tema do Tratamento da Informação, em Matemática.”

Extraído do Guia de Tecnologias Educacionais do Mec / 2009

Comentários

Grupo Oficinas no Projeto PIBID CAPES/UERJ 2011-2013

Entre os projetos sob coordenação de Márcia Gonçalves, do Grupo Oficinas de História, está o Projeto PIBID CAPES/UERJ 2011-2013. Helenice Rocha coordena o subprojeto com 18 alunos do curso de História da Faculdade de Formação de Professores da UERJ e três professores do Colégio Estadual Adino Xavier, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O objetivo é explorar as relações entre o currículo em funcionamento na escola e a linguagem docente na aula de História. O trabalho teve início em julho de 2011 e deverá ser concluído em junho de 2013.

Comentários

Culturas Políticas e Usos do Passado

Culturas Políticas e Usos do Passado: política, patrimônio e ensino de história
Coordenador/responsável: Daniel Aarão Reis
2010-2012 – Apoio: Pronex / Faperj / CNPQ

O projeto propõe investigar múltiplos usos do passado, considerando a cultura histórica como elemento articulador. As investigações organizam-se em torno de duas linhas de pesquisa. A primeira Política, Intelectuais e Cultura Histórica investiga os intelectuais e suas produções, que contribuem para a construção e reprodução de representações sobre o passado. A segunda Culturas, Identidades e Patrimônio investiga as leituras do passado promovidas por atores diversos (negros, índios, imigrantes, mulheres, trabalhadores etc.), envolvidos em processos de construção identitária. Enfatizaremos o estudo das relações entre cultura histórica e práticas de intervenção política, entendidas em sentido estrito e mais amplo, especificamente, nos processos de patrimonialização e ensino de história.

O projeto é proposto por onze pesquisadores principais de diferentes instituições, sob a coordenação do Prof. Dr. Daniel Aarão Reis Filho (UFF), apoiados por uma equipe de vinte e três pesquisadores associados, todos vinculados a instituições universitárias do estado do Rio de Janeiro (UFF, UERJ, UFRRJ, UFRJ, IUPERJ/UCAM, CPDOC/FGV, PUC-Rio). As metas a serem alcançadas são: 1. manter e renovar as condições de infraestrutura, que viabilizam as ações do Núcleo; 2. formar doutores, mestres e graduados com pesquisas sobre o tema do projeto; 3. ampliar intercâmbios, por meio de colóquios e workshops nacionais e internacionais; 4. publicar livros e artigos; 5. experimentar novas possibilidades de escrita da história, por meio da produção de filmes historiográficos; 6. produzir e disponibilizar fontes orais e visuais para consulta, com catálogo acessível on-line; 7. organizar cursos dedicados à formação continuada de professores; 8. atualizar e manter o portal do Núcleo e os sítios virtuais dos grupos envolvidos; 9. desenvolver material didático sobre os temas do projeto.

O Grupo de Pesquisa Oficinas de História se insere neste projeto realizando pesquisas sobre os temas do projeto em sua interface com o ensino de história, realizando encontros e publicando livros a partir desses encontros.

Comentários

Identidades do Rio: desafios do patrimônio compartilhado

Título: Identidades do Rio de Janeiro: desafios de um patrimônio compartilhado
Coordenador/responsável: Hebe Mattos
2010 – 2012 – Apoio: Programa Pensa Rio da Faperj

A proposta do projeto é empreender um amplo estudo sobre a constituição identitária do estado do Rio de Janeiro a partir de uma abordagem multidisciplinar voltada para intervenções no campo da produção e divulgação de conhecimento, da educação patrimonial e da formação de recursos humanos, em termos do ensino e da pesquisa.

Com uma equipe formada por historiadores, antropólogos e educadores, o projeto reúne cinco programas de pós-graduação em História do estado (PPHG/UFF, PPGHS/UERJ, PPGH/UFRRJ, PPGH/UNIRIO, PPHPBC/CPDOC-FGV), o Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (APERJ), o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ) e o Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro (MHAERJ).

Propõe-se a refletir sobre a memória social e cultural do estado do Rio de Janeiro, considerando sua pluralidade, tomando a circulação e as trocas culturais, nas diferentes cidades e regiões, como questões-chave para pensar em novas bases a identidade estadual e para propor intervenções na área de preservação e educação patrimonial a partir da criação do Memorial Virtual do Rio de Janeiro.

Neste portal disponibilizaremos instrumentos e acervos de pesquisa, informações e atividades para um público amplo que abrange pesquisadores, professores, educadores, alunos, agentes culturais e lideranças comunitárias. O Grupo de Pesquisa Oficinas de História se insere neste projeto com a produção da Caixa de História de São Gonçalo Virtual.

Comentários
Página 1 de 212