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PRAZO FINAL PARA ENVIO DE ARTIGOS – EBR

Aproveitando que a Educação Básica Revista está chamando para submissão de artigos, convidamos a organizadora da revista, a professora Marcella Albaine, para nos apresentar a publicação.

Quem é você? Apresentação, currículo e interesses.
Sou doutoranda em História pela UNIRIO; mestra em Educação, especialista em Tecnologias da Informação aplicadas à Educação e graduada em História pela UFRJ. Fui professora substituta de Didática Especial de História e Prática de Ensino de História da UFRJ, participei como parecerista do MEC no processo de avaliação dos livros didáticos de História (impressos e digitais) do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e atualmente sou professora da educação básica. Meus interesses estão sempre ligados à Educação, pois, para mim, educar é mais do que um caminho profissional, é minha forma de luta por um mundo mais justo. 

Como surgiu a ideia da revista e porque?
Pelo site da Revista, podemos notar que a mesma surge para  publicar “artigos de pesquisadores e professores da Educação Básica cujos trabalhos sejam resultados de pesquisas de especialização, mestrado ou doutorado, relatos de experiências e reflexões sobre saberes e práticas docentes nas distintas áreas do conhecimento que compõem a Educação Básica no Brasil.”
(http://www.laplageemrevista.ufscar.br/index.php/REB/index) 
A partir do conhecimento prévio da proposta da EBR e do contato com a editora Vitória Fonseca, grande parceira, propusemo-nos (eu, Prof. Marcus Bomfim e Prof. Thiago Nunes, todos “jovens pesquisadores” na condição de doutorandos ligados às discussões do Ensino de História) a organizar o Dossiê “Ensino de História: diferentes enfoques e perspectivas”, cujo objetivo é abarcar trabalhos que pensem os processos de didatização da História, procurando refletir teoricamente sobre esse campo a partir da “escuta” (atenta e respeitosa) daqueles que estão cotidianamente, direta ou indiretamente, ligados ao ofício próprio da sala de aula.
Por que o parênteses em “atenta e respeitosa”? Fale mais por favor.
Gosto sempre de dizer que as salas de aula Brasil afora estão cheias de “cabeças pensantes”, criativas, questionadoras. Assim descrevo não só os sujeitos que estão na condição de “alunos”, como também os professores. Professores criam, todos os dias, mas nem sempre têm o devido espaço para socializar e trocar seus materiais e/ou suas reflexões, muitas vezes, nascidas ali, do desafio e dos enfrentamentos próprios do dia a dia da escola.
Qual a periodicidades?
Semestral .
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