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O estudo acadêmico leva a reflexões, mas a sala de aula é o campo de experimentos do pesquisador do ensino de História. Esta página é o espaço dedicado pelo Grupo Oficinas para o professor: opiniões, dúvidas... envie seu texto para esta seção com um email clicando aqui e enriqueça o debate sobre a Experiência do Professor.


Conheça a programação do Ciclo de Debates 2012 do Grupo Oficinas de História

O tema do ensino de história está na pauta de debates do Grupo de pesquisa Oficinas de História, registrado no CNPq, entre seus componentes e convidados de diferentes partes do Brasil. Desde 2007, o Grupo realizou diversos seminários que geraram livros publicados que refletem as discussões desses seminários e do próprio grupo na interface entre o ensino de história e a historiografia.

Neste momento, o grupo dá prosseguimento ao ciclo de debates que se iniciou em julho de 2011 e irá até agosto de 2012, em que têm sido recebidos especialistas que exploram o campo do ensino de história em algum de seus aspectos e possibilidades de pesquisa. São convidados do Brasil e do exterior para apresentar suas ideias acerca dos temas que contribuem  para elucidar aspectos das fronteiras em que se encontram os estudos sobre o ensino de história. Tais contribuições resultarão futuramente em um novo livro organizado pelo grupo, juntamente com textos produzidos pelos componentes que versem sobre os temas propostos, a partir de realização de seminário interno.

A primeira convidada deste ano, em encontro realizado em março, na Faculdade de Educação da UFRJ, foi a professora Dra. Maria Auxiliadora Schmidt (UFP), abordando o tema “Consciência histórica e aprendizagem: teoria e pesquisa”. A próxima convidada será Lana Mara de Castro Siman (UEMG), e o evento acontecerá em maio.

Os encontros visam ter como público o próprio grupo presente no Rio de Janeiro, pesquisadores e estudantes. Os interessados em participar de algum encontro do ciclo 2012 deve mandar uma solicitação ao contato do site: oficinasdehistoria.com.br, para reserva.

Programação 2012

1º encontro (20/03/2012, 13h30min):
Local: Universidade Federal do Rio de Janeiro – Faculdade de Educação – sala 220
Profa. Dra. Maria Auxiliadora Schmidt (UFP).
Consciência histórica e aprendizagem: teoria e pesquisa.

2º Encontro (09/05/2012, 13h30min):
Local: UERJ-FFP São Gonçalo (miniauditório)
Prof. Dra. Lana Mara de Castro Siman (UEMG)
Aprender a pensar historicamente: entre cognição e sensibilidades

3º Encontro (12/06/2012, 13h30min):
Local: Puc-Rio
prof. Dr. Kazumi Munakata (PUC- SP)
História, Consciência Histórica e Ensino de História

4º Encontro (14/08/2012, 13h30min)
Prof. Federico Guillermo Lorenz
El problema de la verdad en la enseñanza del pasado reciente

Realização: Grupo de Pesquisa Oficinas de História

Conheça os pesquisadores do Grupo Oficinas de História

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Maria Lima relata a experiência do PIBID na licenciatura em História da UFMS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) é um programa da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior – CAPES. Na UFMS temos um Programa Institucional, com um projeto que acopla subprojetos das diferentes áreas. O curso de licenciatura em História de Três Lagoas da UFMS é o único curso que faz parte do Programa com o subprojeto/História. A ênfase é na formação de um professor crítico, reflexivo, conhecedor da realidade escolar e preparado para o enfrentamento dos problemas cotidianos.

Um dos principais objetivos é, a partir de sua vivência no espaço escolar, bem como do estudo das questões específicas que envolvem o ensino de História, dar sentido à teoria que o aluno aprende na universidade, potencializando sua qualificação para a prática em sala de aula. Um dos efeitos do PIBID requeridos pela CAPES é a inspiração de mudança de concepção nos estágios obrigatórios, tornando-os efetivos espaços de preparação para o trabalho na escola. Na História, esse processo encontra-se em andamento a partir de diferentes ações. Um dos exemplos é que o PIBID encontra-se articulado ao projeto de extensão intitulado ‘Ensinando uma outra h(H)istória’, o qual tem como foco a formação dos professores em serviço. A este projeto encontram-se vinculados também acadêmicos que cursam a disciplina de Estágio Obrigatório em um novo formato, mais orgânico e que obedece alguns dos princípios aplicados ao PIBID.

Atualmente, o Programa conta com 10 (dez) estagiários e 1 (um) professor supervisor (docente da escola Dom Aquino Corrêa). Todo o grupo está sob a coordenação da profa. Dra. Maria Aparecida Lima dos Santos, docente do curso de História da UFMS/Três Lagoas.

O fato de o programa estar vinculado a CAPES é um passo importante rumo à melhoria da qualidade dos cursos de formação de professores no país. Segundo o site da CAPES, “a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) desempenha papel fundamental na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados da Federação. Em 2007, passou também a atuar na formação de professores da educação básica ampliando o alcance de suas ações na formação de pessoal qualificado no Brasil e no exterior”.

Maiores informações podem ser obtidas no site http://www.pibid.ufms.br/

Maria Aparecida Lima dos Santos é pesquisadora do Grupo Oficinas de História.

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Roniglese Tito fala sobre a institucionalização do ensino superior de História

Roniglese Tito, graduado em história pela Universidade do Tocantins, realizou seu mestrado em Ciências Sociais, na PUC de São Paulo, com uma dissertação sobre a dinâmica sociopolítica local na década de 1990. Recentemente, concluiu seu doutorado em História no Programa de Pós-graduação em História Social pela UFRJ, sob orientação de Marieta de Moraes Ferreira, pesquisadora do Grupo Oficinas de História – assim como Norma Lucia da Silva.

Roniglese trabalhou vários anos na Secretaria Estadual de Educação de Tocantins, onde desenvolveu trabalhos voltados pra a melhoria da qualidade de ensino da Educação Básica, em especial na área de currículo e formação continuada de professores. Nessa instituição, também coordenou o processo de elaboração da Proposta Curricular do Estado para o Ensino Médio e a reformulação do Referencial Curricular para o Ensino Fundamental, ambos publicados pela SEDUC-TO. Atualmente Roniglese é pesquisador do IPHAN, onde se dedica ao inventario do patrimônio cultural do estado do Tocantins. Ele fala ao site sobre a defesa de sua tese. Leia a seguir.

A tese:

“A tese aborda o processo de institucionalização do ensino superior de História na cidade de Porto Nacional, Tocantins, estado criado pela Constituição Federal de 1988, a partir do desmembramento de Goiás. O curso pesquisado foi implantado na Faculdade de Filosofia do Norte Goiano – FAFING, em 1985, que a partir de 1991 foi anexada a Universidade do Tocantins – UNITINS. O objetivo da pesquisa consistiu em analisar os acontecimentos que marcaram a estruturação acadêmico-pedagógica do curso, visando ressaltar os aspectos que influenciaram a formação do profissional de história.

As análises foram construídas levando em consideração o contexto político e social local e os aspectos que envolviam as novas políticas para o ensino superior brasileiro, substancialmente alterado pela Constituição Federal de 1988 e principalmente pela Lei Nacional de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN 9394/96. Uma das principais motivações para a realização da tese decorre das experiências que vivenciei na Secretaria de Educação do Estado do Tocantins, nas áreas de currículo e formação continuada de professores, quando tive a oportunidade de realizar diagnósticos que evidenciaram diferentes perfis de docentes de história da rede básica de ensino.”

As discussões sobre o ensino de história com o trabalho:

“Pesquisas semelhantes vêm sendo desenvolvidas em diferentes regiões do país, com recortes temporais e contextos variados. Acredito que o alargamento dos estudos sobre o tema pode contribuir para identificar e compreender as configurações tomadas pelos cursos de História, segundo as fases de urbanização, desenvolvimento econômico e o conseqüente processo de expansão do ensino superior pelo interior do país.

Um primeiro aspecto importante apontado pela pesquisa se relaciona com as dificuldades que as instituições de ensino superior do interior do Brasil possuem para a composição e manutenção do quadro docente. Em Porto Nacional, esse corpo de professores foi formado inicialmente por pessoas da própria cidade, que com muito esforço haviam saído para realizar formação inicial na Universidade Federal de Goiás – UFG na década de 1980. Processualmente esse quadro foi se alterando com a chegada de novos professores e, em 1996, já era possível perceber uma diversificação muito maior , com a presença de egressos da UFMG, USP, UNESP, UFRJ, entre outras.

Identifiquei que, além de trajetórias sociais razoavelmente semelhantes, eles iniciaram suas formações na conjuntura teórica e acadêmica entre meados da década de 1980 e início dos anos 1990, período que, pelas intensas transformações que ocorreram, podem ser visto como verdadeiramente especial para a política nacional, para o ensino superior de história e para a historiografia no país. Compreendi, portanto, que em decorrência disso, ao chegarem a Porto Nacional, esses professores traziam em suas bagagens não apenas titulação, mas um conjunto de novos referenciais teóricos, temáticas de pesquisas, abordagens metodológicas e estratégias de ensino. Ainda assim, uma grande instabilidade marcada pela constante chegada e saída de professores. O êxodo é decorrente de diferentes motivações, que variam desde o desejo pessoal de retornar para suas regiões de origem até as dificuldades encontradas para realização de pesquisas. Com efeito, esse é um dos principais desafios a ser enfrentados pelos cursos de História de instituições de ensino superior novas, como é o caso do Tocantins.

Um segundo aspecto digno de consideração refere-se ao perfil do profissional de história que se pretende formar. Como pano de fundo esta a modelagem de um curso voltado mais para a formação de professores ou um quadro local de pesquisadores. Durante as pesquisas encontrei várias Estruturas Curriculares rabiscadas, assinalando o aumento ou redução de carga horária das disciplinas, ou ainda inserindo ou eliminando outras, o que me fez questionar sobre quais critérios eram adotados pelos professores para decidirem sobre a formatação final dessas Estruturas, que a meu ver interferiria diretamente no perfil do profissional de história que iria se formar.

Quando comparadas as cinco Estruturas que vigoraram no período analisado identifiquei um movimento interessante: o curso começou com uma predominância de disciplinas pedagógicas, em 1985, passou a ter uma proeminência de disciplinas específicas da área do conhecimento histórico em meados dos anos 1990 e, no final da década, mais precisamente na Estrutura Curricular de 1998, conseguiu estabelecer um razoável equilíbrio, visando formar um profissional de história que fosse professor, mas que ao mesmo tempo possuísse as ferramentas teórico-metodológicas necessárias à realização de pesquisas e produção do conhecimento histórico.”

Contribuições que gostaria de trazer para esse ensino:

“No âmbito do ensino superior percebe-se mesmo uma falsa dicotomia que gera uma tensão entre a formação para a docência e para o exercício da pesquisa histórica. No caso analisado, os argumentos em prol de que o curso deveria se preocupar com a formação discente orientada para o exercício da docência estiveram sempre relacionados com a demanda local. Quando da sua criação em 1988, o Tocantins apresentava um assustador índice de analfabetismo, que atingia a ordem de 62,30%.# Um diagnóstico elaborado pela Secretaria de Planejamento em 1991 apontava a precariedade da formação docente. De um total de 9.628 professores da rede pública de ensino, 5.902 atuavam nas escolas estaduais, dos quais cerca de 20% eram leigos. Nas unidades municipais os números eram piores, pois entre os 3.726 professores, 82,09% não possuíam a formação adequada para o exercício da atividade docente.#. Por seu turno, os que defendiam a necessidade de se formar historiadores pesquisadores, argumentava que havia um significativo campo a ser explorado sobre a história do Norte Goiano, que se revestiu de nova importância com a criação do Tocantins, em 1988.

As duas justificativas apresentavam argumentos que, com efeito, eram aceitáveis diante tanto da demanda pela formação de professores quanto pela necessidade de constituição de um quadro de historiadores pesquisadores local. Talvez, por isso, ao se analisar a tabela comparativa das Estruturas Curriculares tenha ficado evidente que o curso de História procurou institucionalizar uma Licenciatura que formasse docentes, mas que estes recebessem uma significativa carga horária de disciplinas que permitissem se acercarem dos conhecimentos mínimos necessários ao despertar para o universo da pesquisa histórica.

Minha pesquisa apontou que há a necessidade de se aprofundar estudos que poderão contribuir para o aperfeiçoamento do currículo dos cursos de História e para que as Secretarias de Educação possam definir programas de formação continuada de professores. Coloquei anteriormente que os diagnósticos realizados na minha experiência na Secretaria da Educação do Tocantins haviam indicado uma significativa diferenciação entre os professores da educação básica, no que se refere ao domínio de conteúdos específicos da disciplina e sua transposição didática. Faz-se necessário verificar na prática algumas hipóteses: 1) os professores que se formam em estruturas curriculares com uma significativa carga horária de disciplinas próprias da área de conhecimento possuem uma capacidade maior em termos de domínio de conteúdos, mas podem ter dificuldades de trabalhar em sala de aula; 2) os professores que tem durante a sua graduação, uma carga horária muito significativa em termos de disciplinas pedagógicas e práticas de estágio possuem facilidade para ministrar aulas, mas ao mesmo tempo têm limitações quanto a conteúdo; 3) professores que tenham se formado em momentos que o currículo conseguiu equilibrar disciplinas pedagógicas e às próprias da área de conhecimento, ministram aulas com maior domínio de conhecimento e facilidade de transposição.

Em síntese, espero que este trabalho possa contribuir para que se conheça melhor os processos de institucionalização dos cursos de história no interior do Brasil, bem como forneça bases para se pensar os diferentes aspectos que balizam a formação do corpo docente desses cursos, as definições e redefinições do currículo que, com efeito, influenciam no perfil do profissional de história que se pretende formar no Brasil.”

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Marcos Silva: um comentário sobre as propostas dos anos 80 e as discussões de hoje

“Aproveito para fazer um breve comentário sobre as Propostas dos anos 80 e nossas discussões de hoje. Como historiadores, o contato com aqueles documentos é muito importante sempre. Vivi o processo por dentro: eu e Dea Ribeiro Fenelon éramos assessores da Equipe responsável pela redação da Proposta Curricular de História. Reler aqueles documentos, hoje, é entrar em contato com conteúdos, métodos, projetos políticos – o mais importante, a meu ver, era tratar o professor como pensador autônomo. Mas é também interpretar um processo político muito difícil, marcado por extrema violência do governo estadual, da Imprensa e… de setores profissionais de História. Silenciamentos foram impostos, vozes foram legitimadas em detrimento de outras…

Tudo isso aconteceu há muito tempo, mais de vinte anos atrás. Não vejo sentido de reativar discussões que tiveram razão de ser num momento político muito específico – fim da ditadura, disputas entre diferentes projetos para o pós-ditadura, disputas entre diferentes unidades acadêmicas, disputas entre diferentes linhas de interpretação da História, anúncio de fim da História, disputas por fatias de mercado – autores de livros didáticos e apostilas, via de regra, trataram as Propostas com especial fúria.
Não tenho o menor interesse em reviver aquelas discussões nem vejo mesmo condições históricas de retomá-las como ocorreram. Lembro, todavia, que vivemos outros problemas políticos, educacionais, acadêmicos, culturais em sentido amplo.

Discutir aquelas propostas, em meu entendimento, não é rememorar uma Idade de Ouro nem uma era de barbárie. Nosso presente, onde a discussão se faz, está cheio de outros problemas, incluindo desqualificação intelectual de professores por péssimas apostilas pré-fabricadas, vendidas a preço de ouro para os órgãos públicos, enquanto os professores ganham salários m iseráveis e são condenados à reprodução da reprodução da reprodução (alguns oponentes das propostas dos anos 80 defendiam candidamente o direito à reprodução, devem estar muito felizes com o reino das apostilas a serem aplicadas mecanicamente pelos professores).
A discussão sobre o ensino de história está entre nós, aqui e agora, junto com o debate sobre políticas educacionais, salários dignos, direito ao saber como produtor. Podemos aprender com as lutas do passado. Não podemos pretender reencená-las fora do contexto em que ocorreram – somos historiadores!”

Abraços a todos,
Marcos Silva
Professor Titular de Metodologia da História na FFLCH/USP, autor de “História – O prazer de Ensino e Pesquisa”, Ed. Brasiliense, e parceiro de Selva Guimarães

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Maria Lima relata a experiência do PIBID na licenciatura em História da UFMS de Três Lagoas

“O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) é um programa da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior – CAPES. Na UFMS temos um Programa Institucional, com um projeto que acopla subprojetos das diferentes áreas. O curso de licenciatura em História de Três Lagoas da UFMS é o único curso que faz parte do Programa com o subprojeto/História. A ênfase é na formação de um professor crítico, reflexivo, conhecedor da realidade escolar e preparado para o enfrentamento dos problemas cotidianos.

Um dos principais objetivos é, a partir de sua vivência no espaço escolar, bem como do estudo das questões específicas que envolvem o ensino de História, dar sentido à teoria que o aluno aprende na universidade, potencializando sua qualificação para a prática em sala de aula. Um dos efeitos do PIBID requeridos pela CAPES é a inspiração de mudança de concepção nos estágios obrigatórios, tornando-os efetivos espaços de preparação para o trabalho na escola. Na História, esse processo encontra-se em andamento a partir de diferentes ações. Um dos exemplos é que o PIBID encontra-se articulado ao projeto de extensão intitulado ‘Ensinando uma outra h(H)istória’, o qual tem como foco a formação dos professores em serviço. A este projeto encontram-se vinculados também acadêmicos que cursam a disciplina de Estágio Obrigatório em um novo formato, mais orgânico e que obedece alguns dos princípios aplicados ao PIBID.

Atualmente, o Programa conta com 10 (dez) estagiários e 1 (um) professor supervisor (docente da escola Dom Aquino Corrêa). Todo o grupo está sob a coordenação da profa. Dra. Maria Aparecida Lima dos Santos, docente do curso de História da UFMS/Três Lagoas.

O fato de o programa estar vinculado a CAPES é um passo importante rumo à melhoria da qualidade dos cursos de formação de professores no país. Segundo o site da CAPES, “a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) desempenha papel fundamental na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados da Federação. Em 2007, passou também a atuar na formação de professores da educação básica ampliando o alcance de suas ações na formação de pessoal qualificado no Brasil e no exterior”.

Maiores informações podem ser obtidas no site http://www.pibid.ufms.br/

Maria Aparecida Lima dos Santos é pesquisadora do Grupo Oficinas de História.

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