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Projeto de uso da Caixa da História em São Gonçalo ganha destaque na Ciência Hoje

O site do Instituto Ciência Hoje publicou uma reportagem contando sobre a implementação da Caixa da História em São Gonçalo através do projeto Caixa de História Conhecer e Criar, coordenado por Helenice Rocha. A Caixa de História é uma iniciativa de Luis Reznik, concretizada por um grupo de professores formado por ele e ainda, Márcia Gonçalves, Marcelo Magalhaes, Helenice Rocha e Rui Aniceto Fernandes – todos membros do Grupo de Pesquisa Oficinas de História.

A matéria, assinada por Fernanda Braune, relata a experiência:

“Para levar a ‘Caixa de história’ para sala de aula, foi desenvolvido o projeto ‘Conhecer e criar’. Nele, os pesquisadores da Uerj puderam analisar como o material foi usado pelos professores e se os alunos gostaram ou não da experiência.

As turmas escolhidas para participar do projeto foram o 8º e 9º anos do ensino fundamental e a turma de Educação para Jovens Adultos (EJA) da Escola Municipal Anísio Spíndola Teixeira, em São Gonçalo.”

O site da Ciência Hoje traz ainda dois vídeos com entrevistas dos pesquisadores e professores envolvidos no projeto de São Gonçalo. Confira todo o conteúdo clicando aqui.

Na foto ao lado, Luis Reznik e Helenice Rocha em trabalho da Caixa da História com os professores da Escola Municipal Spíndola Teixeira.

O projeto Caixa de História Conhecer e Criar já havia recebido um registro no boletim da FAPERJ.

Conheça melhor os projetos do Grupo Oficinas clicando aqui.

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Projeto ‘Caixa de História’ ganha registro no boletim da FAPERJ

O projeto Caixa de História e sua implementação em São Gonçalo ganharam destaque no Boletim On-Line da FAPERJ. A matéria assinada por Danielle Kiffer traz falas de Helenice Rocha, pesquisadora do Grupo Oficinas, que esclarece os objetivos do projeto:

“Com o projeto ‘Caixa de Histórias – Conhecer e Criar’, queremos que o professor conte com um recurso que possa adaptar ao dia a dia dos alunos da rede pública. Para isso, foram feitas oficinas para professores e acompanhamos seu uso nas escolas durante o ano letivo de 2011″, explica a pesquisadora. Isso aconteceu na Escola Municipal Anísio Spíndola Teixeira, em Santa Luzia, bairro de São Gonçalo. “O projeto contou com dois professores da escola e dois bolsistas da graduação em História. Em seu trabalho, eles desenvolveram novos materiais, como uma apresentação sobre a fazenda Colubandê, que já era descrita em uma crônica, numa das atividades propostas pela caixa.”

O texto apresenta o projeto: “Material didático desenvolvido por pesquisadores da Uerj, a Caixa de História contribui em várias atividades com diferentes formas de aprender História. Além disso, desperta a curiosidade dos alunos e traz até eles a história do lugar onde vivem. (…) Helenice e a equipe de pesquisadores já desenvolveram caixas para três municípios fluminenses: São Gonçalo, Itaboraí e Magé. ‘Nosso objetivo é produzir caixas para diferentes municípios do Rio de Janeiro, apresentando o material produzido para os professores que trabalham nas escolas da rede pública’, conta. Segundo a professora, esse conjunto de documentos, fotos e dados contribui para a construção de identidades locais e torna o aprendizado mais leve e divertido.”


 
 
 
Você pode conhecer mais sobre o projeto – financiado pela Faperj – Caixa de História: conhecer e criar através do blog http://projetocaixadehistoria.blogspot.com/. Já as Caixas de História, que têm a concepção de Luís Reznik, podem ser melhor conhecidas aqui no próprio site do Grupo Oficinas de História.

 
 
 
Veja também: Grupo Oficinas no Projeto Pibid Capes/ Uerj
Conheça os demais projetos do Grupo Oficinas de História
 
 
 

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Caixa de História: a educação patrimonial e o ensino de história local

 

Caixa de História
Concepção: Luís Reznik
2009-20– – Apoio: Faperj / CNPQ / Petrobras

A Caixa de História é uma iniciativa concebida por Luís Reznik e concretizada por um grupo de professores formado por ele e ainda, Márcia Gonçalves, Marcelo Magalhaes, Helenice Rocha e Rui Aniceto Fernandes – todos membros do Grupo de Pesquisa Oficinas de História. Essa criação coletiva vem se concretizando a partir de diferentes apoios, como a Faperj, o CNPQ e a Petrobras. Essa proposta fez parte do Guia de Tecnologias Educacionais do MEC em 2009 e segue em plena atividade e realização.

Antes de um projeto, a Caixa de História é uma ideia sobre a educação patrimonial e o ensino de história local. Atividades – todas preparadas para alunos de diferentes séries do Ensino Fundamental – inspiradas em documentos que evocam a história local incentivam a formação de identidades e a valorização do patrimônio material e imaterial pelos alunos moradores dessas regiões. O formato de “caixa” sugere a possibilidade de extrair daquele recipiente inúmeras histórias, em uma criação constante e infindável. Nela estão presentes materiais diversos como pranchas fotográficas, compact disk, papéis, folhetos, livretos, fac-símile de jornais, além de fichas de apresentação do material e de proposição do que deve ser feito para a análise do mesmo em sala de aula.

A partir dos fomentos acima citados, já foram produzidos e lançados as caixas de São Gonçalo e Magé – está em produção a de Itaboraí, assim como também estão em andamento outros trabalhos, desenvolvendo novas frentes a partir da concepção inicial da Caixa de História. Além destes, está em plena realização o projeto Caixa de História Conhecer e Criar, que visa ao acompanhamento do uso da caixa e sua divulgação.


Entenda as premissas da Caixa de História:

“A proposta de ensino-aprendizagem com a mediação de diversos documentos selecionados para a Caixa de História decorre principalmente de três premissas, oriundas do campo da História, da Didática da História e das finalidades do Ensino Fundamental e Médio em nosso país:

1) O ensino-aprendizagem de História é a apropriação de uma linguagem específica. Os conteúdos do ensino são inseparáveis das modalidades de sua transmissão. Para essa apropriação, é necessário aprender as operações intelectuais que permitem a construção desse discurso. Assim, com similitude ao ofício do historiador profissional, o aluno deve aprender as operações que conduzem à “escrita da história”.`Para isso, o uso do documento nas atividades permite a descoberta, a análise e a classificação. O documento e sua confrontação com outros, permite a comparação e a ordenação cronológica e temática de eventos e monumentos;

2) Em segundo lugar, a opção pela organização dos documentos em atividades didáticas se atém à concepção de atividade como um conjunto de ações coerentes que se organizam para que o aluno desenvolva suas próprias capacidades. Os conteúdos conceituais ou factuais se articulam a conteúdos procedimentais, ocorram em projetos ou oficinas. Ali, os alunos devem ler, escrever, pesquisar, relacionar, em atividades que requerem o desenvolvimento de tais habilidades. Para isso, os documentos selecionados são trabalhados no sentido de sua adequação, para serem instrumentos de aprendizagem claros, úteis e funcionais.

3) Por último, as atividades requerem especialmente a interpretação através da leitura e da escrita. Tais habilidades, propostas nas matrizes de referência de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental e Médio, exigidas nas mais diferentes disciplinas, além de sua valorização para melhoria do IDEB, são pouco trabalhadas para além da Língua Portuguesa. Nas atividades da Caixa de História, as habilidades e competências relacionadas nas matrizes de referência de Língua Portuguesa, quais sejam: Procedimentos de leitura; Implicações do suporte, do gênero e /ou do enunciador na compreensão do texto; Relação entre textos; Relações entre recursos expressivos e efeitos de sentido são contemplados em diferentes atividades. Do mesmo modo, algumas atividades privilegiam a análise numérica presente em informações, o que abrange o tema do Tratamento da Informação, em Matemática.”

Extraído do Guia de Tecnologias Educacionais do Mec / 2009

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Grupo Oficinas no Projeto PIBID CAPES/UERJ 2011-2013

Entre os projetos sob coordenação de Márcia Gonçalves, do Grupo Oficinas de História, está o Projeto PIBID CAPES/UERJ 2011-2013. Helenice Rocha coordena o subprojeto com 18 alunos do curso de História da Faculdade de Formação de Professores da UERJ e três professores do Colégio Estadual Adino Xavier, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O objetivo é explorar as relações entre o currículo em funcionamento na escola e a linguagem docente na aula de História. O trabalho teve início em julho de 2011 e deverá ser concluído em junho de 2013.

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Identidades do Rio: desafios do patrimônio compartilhado

Título: Identidades do Rio de Janeiro: desafios de um patrimônio compartilhado
Coordenador/responsável: Hebe Mattos
2010 – 2012 – Apoio: Programa Pensa Rio da Faperj

A proposta do projeto é empreender um amplo estudo sobre a constituição identitária do estado do Rio de Janeiro a partir de uma abordagem multidisciplinar voltada para intervenções no campo da produção e divulgação de conhecimento, da educação patrimonial e da formação de recursos humanos, em termos do ensino e da pesquisa.

Com uma equipe formada por historiadores, antropólogos e educadores, o projeto reúne cinco programas de pós-graduação em História do estado (PPHG/UFF, PPGHS/UERJ, PPGH/UFRRJ, PPGH/UNIRIO, PPHPBC/CPDOC-FGV), o Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (APERJ), o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ) e o Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro (MHAERJ).

Propõe-se a refletir sobre a memória social e cultural do estado do Rio de Janeiro, considerando sua pluralidade, tomando a circulação e as trocas culturais, nas diferentes cidades e regiões, como questões-chave para pensar em novas bases a identidade estadual e para propor intervenções na área de preservação e educação patrimonial a partir da criação do Memorial Virtual do Rio de Janeiro.

Neste portal disponibilizaremos instrumentos e acervos de pesquisa, informações e atividades para um público amplo que abrange pesquisadores, professores, educadores, alunos, agentes culturais e lideranças comunitárias. O Grupo de Pesquisa Oficinas de História se insere neste projeto com a produção da Caixa de História de São Gonçalo Virtual.

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